Pesquisadores constroem pirâmide para estudar na prática teorias de física quântica

Notícia divulgada no site Dakila Pesquisas (www.dakila.com.br) confira!

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O que teria levado as antigas grandes civilizações ao redor do planeta construirem pirâmides? que conhecimento eles possuíam para erguerem esses monstruosos monumentos? seriam para fins ritualísticos ou tinham um propósitos ainda desconhecido por nós?
Pesquisas recentes mostram que essas construções foram feitas em locais específicos e escolhidos com precisão matemática levando em consideração a malha eletromagnética terrestre.

Partindo de diversas pesquisas teóricas e em campo através de expedições, um grupo brasileiro de pesquisadores sediado em Corguinho no Mato Grosso do Sul dedica-se a comprovar cientificamente a utilização das pirâmides no campo quântico. A equipe de pesquisa do Centro Tecnológico Zigurats (CTZ) coletou ao longo dos últimos 18 anos diversas informações e dados nas construções escalonadas e piramidais ao redor do mundo e também em geoglifos cifrados, o que levou a concluir que todas as grandes civilizações usaram essas construções para a geração de energia, sendo a principal delas a energia taquiônica.
Para poder comprovar cientificamente, o grupo projetou e construiu uma réplica em escala menor da pirâmide de Saqqara do Egito. Em fase final de acabamento, a réplica também foi construída em um importante ponto nevrálgico da malha eletromagnética da Terra, localizado na Cidade Zigurats em Corguinho. O objetivo desse projeto, segundo seu responsável, Urandir Oliveira, é comprovar na prática o que hoje é apenas teoria sobre a tpiramide_ziguratseoria das cordas e a energia taquiônica, comprovando cientificamente que a energia taquiônica é neutra, composta por pares de partículas com cargas elétricas opostas que se anulam e equilibram, movendo-se 27 vezes mais rápido do que a luz, não possuindo massa, sendo assim pura energia.

Os pesquisadores do CTZ acreditam que a energia gerada pelas pirâmides, interagindo com as partículas fotônicas que permeiam o ar, podem propagar informações em longas distâncias, podendo até se tornar um possível meio de comunicação no futuro. Os estudos nessa pirâmide pretendem demonstrar também que nossa tecnologia atual é muito limitada, e que as antigas civilizações não necessitavam usar cabeamentos nem transmissão elétrica, porque sabiam aproveitar e utilizar a energia produzida pelas pirâmides, sendo o grande objetivo final dessa pesquisa do CTZ, resgatar esse conhecimento perdido.
Alem da pesquisa, a pirâmide poderá também ser utilizada como habitação, e pode ser visitada por quem se interessar. Para saber mais informações e conhecer a pirâmide brasileira, entre em contato com o departamento de imprensa através do telefone 11-34599945 ou através do email imprensa@dakila.com.br

Autores: Alessandro Oliveira e Vanessa Oliveira